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IFPR recebe professora especialista em Educação Inclusiva e Especial

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O Instituto Federal do Paraná, por meio do Campus Pinhais, acolheu a redistribuição da servidora Loretta Derbli, professora de Educação Especial. A docente veio da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e trata-se da primeira servidora do Instituto designada especificamente para esta área de conhecimento. A docente inicia suas atividades no próximo mês.

A pró-reitora de gestão de pessoas, Eliane Mesquita, explica que a vinda da docente atendeu a uma solicitação específica da unidade de Pinhais, que tem um estudante portador de autismo. “A demanda de profissionais na área de educação especial é uma crescente em toda a Rede e as autarquias trabalham a sensibilização da comunidade acadêmica para propiciar não apenas o ingresso dos alunos com necessidades educacionais específicas, mas assegurar sua permanência e êxito em seus estudos”, comenta.

Eliane ressalta que grande parte dos campi possuem demandas similares a de Pinhais e que a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progepe) está trabalhando para sanar essa necessidade. “Fizemos reserva de códigos de vagas que serão ofertados no próximo concurso público visando a contratação efetiva de profissionais desta área. Queremos caminhar para que o IFPR se torne uma referência em relação às politicas de inclusão”, finaliza.

O reforço no quadro de profissionais especializados em Educação Inclusiva é apenas mais uma das ações do IFPR no sentido de implementar políticas institucionais que possam atender com efetividade ao anseio de inclusão, um dos valores institucionais da instituição. Desde 2010, o Instituto Federal do Paraná conta com o os Núcleos de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas (Napne) em suas unidades. No mesmo ano, foram os primeiros editais de concurso público a contemplar profissionais que pudessem atuar com este público em uma perspectiva multidisciplinar. Para a diretora de Assuntos Estudantis e Atividades Especiais da Pró-Reitoria de Ensino (Proens), Marilisi Fischer, a chegada de profissionais como Loretta são muito esperados na Instituição: “a formação deles contribui no processo de inclusão e também no aprimoramento pedagógico dos profissionais que atuam diretamente no atendimento das necessidades específicas do estudante”, finaliza.

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